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Geração Y - O grande desafio das organizações

Preocupados com o cenário que nos espera para os próximos anos, em função dos grandes eventos que teremos no Brasil e com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo, gostaríamos de convidar a todos os nossos leitores para uma reflexão sobre as competências que farão a diferença no mercado de trabalho.
Nos próximos cinco anos, milhares de oportunidades surgirão e somente as competências técnicas não serão suficientes para garantir a empregabilidade. Será preciso muito mais do que isso, diz Aldir Rocha, sócio diretor da Labore Consultoria & Treinamento.

As empresas têm apresentado grandes dificuldades em encontrar profissionais que preencham os requisitos técnicos e principalmente possuam as competências comportamentais necessárias para o negócio. Os pontos mais citados pelos executivos de RH é a falta de comprometimento com a empresa e com os resultados.

Um dos fatores apontados é a forma como as organizações lidam com o grupo denominado “geração da internet” ou “geração Y”, que alguns autores identificam como os nascidos entre meados de 1970 e meados de 1990.

Essa geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Os pais, não querendo repetir o abandono das gerações anteriores, encheram-nos de presentes, atenções e atividades, fomentando a autoestima de seus filhos. Eles cresceram vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas. Acostumados a conseguirem o que querem não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e lutam por salários ambiciosos desde cedo.

A maior dificuldade em reter esse perfil de profissional e o gasto para administrar este capital humano por conta da rotatividade e treinamento, faz com que as organizações desenvolvam políticas que estimulem o envolvimento e o engajamento dos profissionais.

O comprometimento e a ética devem ser pontos chaves neste processo, até porque com a livre concorrência, os bons profissionais recebem propostas de outras empresas e cabe a este avaliar a sua conduta e a valorização que possui com a empresa a qual está contratado. O empregado deverá vestir a camisa da empresa em que trabalha sempre pensando que o crescimento desta, consequentemente acarretará no seu crescimento profissional, este será o grande diferencial para o profissional da geração Y e demais gerações.

Aldir Rocha é sócio-diretor da Labore Consultoria & Treinamento, empresa especializada em Gestão de Recursos Humanos.

 

Atualizado em 14/10/2011
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