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Estão faltando profissionais qualificados no mercado de trabalho?

Inicio este texto levantando o seguinte questionamento, por que os profissionais de recursos humanos ou consultorias especializadas têm encontrado tanta dificuldade para recrutar e selecionar profissionais qualificados?

Em muitos artigos publicados ou até mesmo em congressos de Recursos Humanos, identificamos que uma das principais causas apontadas é a baixa qualificação dos profissionais. Concordo parcialmente com esta afirmativa, por isso gostaria de chamar a sua atenção para outro aspecto.

Muitas vezes me questiono se o dimensionamento do perfil da vaga está alinhado ao que verdadeiramente necessita a empresa. Gostaria de citar um pequeno exemplo: a maioria das empresas define como critério eliminatório o Inglês fluente, quando, na verdade, este profissional irá utilizar a língua em momentos raros ou nunca irá utilizá-la na prática.

Para completar a linha de raciocínio, gostaria de lembrá-los que para atingir o nível de Inglês fluente é necessário estudar em boas escolas de línguas (o que, infelizmente, ainda é muito caro) ou fazer um intercâmbio para países de língua inglesa (o que custa ainda mais caro) e que em um país como o nosso esta oportunidade, infelizmente, não está disponível para a maioria da população.

Acho que um passo importante para minimizar esta dificuldade é alinhar o perfil da vaga às necessidades e desafios concretos do cargo. E as consultorias especializadas em Recursos Humanos têm um papel importante neste processo, que é auxiliar as empresas na definição de um perfil adequado à sua realidade e às perspectivas para o futuro.

Especialistas concordam, em sua grande maioria, que competências técnicas (conhecimento, habilidade e atitudes técnicas) são muito mais fáceis de serem desenvolvidas do que as competências comportamentais (atitudes e comportamentos compatíveis com o cargo). Um dos defensores dessa teoria, professor Garrido é sempre categórico em suas palestras quando afirma que “uma das contradições do RH é recrutar pelo currículo e avaliar pelas atitudes”. Sendo assim, não seria muito mais fácil contratar pessoas com as competências comportamentais bem desenvolvidas e fornecer a elas o inglês fluente?


Márcia Mello é sócia-diretora da Labore Consultoria & Treinamento, empresa especializada em Gestão de Recursos Humanos.

 


Atualizado em 14/10/2011
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